quinta-feira, 3 de maio de 2018


Imitemos a Maria na Esperança

“A esperança é a virtude que dá vida ao mundo: nasce da fé e abraça a caridade.
Maria fundou a sua esperança em Deus.
Eis-aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc.1,38).
Nós temos pouca esperança em Deus. Pensamos em um Deus longe de nós e apoiamos a nossa esperança na ajuda dos homens.
Maria é a nossa esperança.
Peçamos a sua ajuda nas necessidades e nos perigos espirituais. Ela nos obterá aquilo que for necessário pois, é mãe.
Pe. José Baldo

quarta-feira, 2 de maio de 2018

A devoção do mês de Maio é a cada ano é um convite, uma escola pessoal e coletiva, em que todos nós somos chamados para aprender uma lição.
Vivamos este mês mariano, com a ajuda da palavra e do exemplo de Pe. José Baldo, ele que foi um digno seguidor e imitador da Virgem Maria.
Pe. Baldo gostava de repetir e com atitudes fazer ressoar: “Cada dia deste mês seja vivido de modo agradável a Maria”. 



2
de Maioo
 
Imitemos a Maria na Fé
“A fé é o princípio da vida espiritual.
 A fé sem obras é morta. (Thiago, 2)
Nascemos em um país cristão. Nós vamos à Igreja, rezamos, participamos da Santa. Missa, porque acreditamos.
Quão viva deveria ser a nossa fé!
Maria teve fé viva não somente quando enxergava os milagres, mas também  no presépio, no Egito, aos pés da cruz.
Nós temos fé, mas o apego às coisas da terra, nos tira a possibilidade de fazermos muitas  obras de caridade, mas se tivermos fé...”.

Pe. José Baldo
 Oração

Ó Deus misericordioso, que elegestes a Imaculada Virgem Maria, e a enchestes do teu Espírito de Santidade para que se tornasse digna morada do teu Filho, concedei-nos por sua intercessão a graça de viver a nossa Consagração Batismal e de sermos verdadeiros templos da tua glória.
Por Cristo nosso Senhor. Amém.

   


domingo, 22 de abril de 2018

terça-feira, 10 de abril de 2018




Missão Semana Santa em Maniaçù - BA -

Partilha da Fé, troca de experiências , escuta , presença, afeto , inspiração, doação foram palavras que marcaram a Semana Santa vivida no Distrito de Maniaçú- Bahia Diocese de Caitité. As irmãs Ana Maria de Castro e Ana Vilma Fernandes Moreira compartilharam a rica experiência de Fé do povo baiano, simples  acolhedor e carregado da presença de Deus. Com certeza , as irmãs trouxeram lembranças valiosas que lhes aqueceram o coração e deixaram saudades. O mistério da Paixão , morte e Ressurreição de Jesus se atualiza na vida do povo e quando partilhamos somos testemunhas da presença atuante de Deus na história .Valeu Maniaçú , já estamos com saudades! Que A presença do Cristo Ressuscitado continue nos impelindo a ser uma "Igreja em saída", e onde " não chegar a mão que chegue o coração" ( Bem aventurado pe. Baldo)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

O Dia da Anunciação do Anjo à Virgem Maria, também chamado de "Anunciação da Virgem Maria" ou apenas "Anunciação" é celebrado em 25 de março, exatamente 9 meses antes da celebração do Natal.
Essa festa da Igreja Católica é uma celebração do anúncio feito pelo Arcanjo Gabriel à Virgem Maria de que o Filho de Deus nasceria no mundo assumindo a condição humana, através de Maria, que ficou sendo conhecido como o dia da Anunciação.
O dia da Anunciação é muito importante para a Igreja e considerado importante para toda a humanidade e o dia 25 de março foi o escolhido para tal celebração justamente por ser 9 meses antes do nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro.
Conforme a Igreja Católica, Maria ficou grávida exatamente no mesmo dia em que o anjo fez o anúncio a ela. Ela estava prometida para casar-se com José, o que no mundo judaico, significava que ela já estava noiva e esse noivado duraria cerca de um ano. Dessa forma, o noivado era um casamento só que o casal ainda não podia morar juntos.
É preciso esperar um ano para que seja possível iniciar a construção da futura casa onde o casal vai morar e também para fazer os preparativos da festa de casamento. Portanto, Maria não tinha e não teve relações íntimas como de marido e mulher para conceber o Filho de Deus.


segunda-feira, 2 de abril de 2018

sábado, 31 de março de 2018

sexta-feira, 23 de março de 2018


Quanta dor padeceu Maria quando teve que ver sepultado seu Filho. A quanta humilhação seu Filho se sujeitou, deixando-se sepultar, sendo Ele o mesmo Deus! Por humildade, Jesus submeteu-se à própria sepultura, para depois, glorioso, ressuscitar dentre os mortos! 

Bem sabia Jesus o quanto Maria sofreria vendo-o sepultado; não a poupando, quis que Maria também fosse participante na sua infinita humilhação! 

Vejamos como Deus amou a humilhação! Tanto que deixou-se sepultar nos santos Sacrários, a esconder sua majestade e esplendor, até o fim do mundo! Na verdade, o que se vê no Sacrário? Apenas uma Hóstia Branca e nada mais! Ele esconde sua magnificência debaixo da massa branca das espécies de pão! E não o admiramos tanto quanto Ele merece, por Jesus assim Se humilhar até o fim dos séculos! 

A humildade não rebaixa o homem, pois Deus Se humilhou até à sepultura e não deixou de ser Deus. 


quinta-feira, 22 de março de 2018



Com a alma imersa na mais profunda dor, Maria viu Longinus transpassar o coração de seu Filho, sem poder dizer uma palavra! Derramou muitas lágrimas... Só Deus pode compreender o martírio desta hora, na alma e no coração!

Depois depositaram Jesus em seus braços, não cândido e belo como em Belém... Morto e chagado, parecendo mais um leproso do que aquele adorável e encantador menino, que tantas vezes apertara ao seu coração!

Se Maria tanto sofreu, não será ela capaz de compreender os nossos sofrimentos? Por que, então, não recorramos a Maria com mais confiança, ela que tem tanto valor diante do Altíssimo?

Por muito ter sofrido aos pés da cruz, muito lhe foi dado! Se não tivesse sofrido tanto, não teria recebido os tesouros do Paraíso em suas mãos. 

terça-feira, 20 de março de 2018




Reflexão
Contemplemos e vejamos se há dor semelhante à dor de Maria Santíssima, quando encontrou-se com seu divino Filho a caminho do Calvário, carregando uma pesada cruz e insultado como se fosse um criminoso.

'É preciso que o Filho de Deus seja esmagado para abrir as portas da mansão da paz!' Lembremo-nos de suas palavras e aceitemos a vontade do Altíssimo, nossa força em horas tão cruéis de nossa vida.

Ao encontrá-lo, Jesus fitou os olhos de Maria e a fez compreender a dor de sua alma. Não pôde dizer-lhe palavra, porém a fez compreender que era necessário que se unisse à Sua grande dor. Amados irmãos, a união da grande dor de Maria e Jesus nesse encontro tem sido a força de tantos mártires e de tantas mães aflitas!

Almas que temem o sacrifício aprendam nesta meditação a se submeterem à vontade de Deus, como Maria e Jesus se submeteram!
Aprendam a calar nos seus sofrimentos. 


domingo, 18 de março de 2018

Reflexão
Quando Jesus, Maria e José fugiram para o Egito, foi grande dor saber que desejavam matar o seu filho, aquele que trazia a salvação!
Maria não se aflige pelas dificuldades em terras longínquas; mas por ver seu filho inocente perseguido, por ser o Redentor. Maria suportou o exílio por amor a Deus e pela confiança na Sua promessa: a salvação de todo o povo. Deus fez dela cooperadora do mistério da salvação.
Caminhar por terras estranhas significa enfrentar perigos e provocações. Maria está disposta, juntamente com José, a levar até o fim o projeto de Deus, mesmo que para isso tenha de deixar de lado seus sonhos e desejos pessoais.
Esta dor nos ensina a aceitar as provocações do dia-a-dia com alegria de quem sofre para agradar a Deus. Esse agir e esse procedimento chama-se santidade. No meio da dor sofrem os infelizes, entregam-se ao desespero, porque não têm confiança na amizade divina, que traz paz e confiança em Deus. Por isso, somos convidados a aceitar os sofrimentos por amor a Deus. Exultemos de alegria, porque grande é o nosso merecimento, assemelhando-nos a Jesus Crucificado, que tanto sofreu por amor à nossa salvação!  
Reflexão
Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria Santíssima foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.

Quando soube que uma espada lhe atravessaria a alma, desde aquele instante Maria experimentou sempre uma grande dor, mas podemos imaginá-la a olhar sempre para o Céu dizendo: 'Em vós confio'. Quem confia em Deus jamais será confundido. Em nossas penas, angústias, confiemos em Deus e jamais nos arrependeremos dessa confiança.

sexta-feira, 16 de março de 2018

quinta-feira, 8 de março de 2018

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018


Cidade do Vaticano, 18 fev 2018 (Ecclesia) – 

O Papa Francisco e os seus colaboradores mais diretos iniciam hoje o seu retiro de Quaresma, orientado este ano pelo padre e poeta português José Tolentino Mendonça, que propõe 10 reflexões sobre sede e desejo de Deus.
“Peço-vos a todos que vos lembreis de rezar por mim e pelos colaboradores da Cúria Romana, que esta tarde iremos iniciar a semana de Exercícios Espirituais”, disse o Papa, no final da oração do ângelus, desde a janela do apartamento pontifício.
O tema escolhido para os exercícios espirituais do Papa Francisco e da Cúria Romana, que decorrem até sexta-feira, é ‘Elogio da sede’.
“Somos criaturas de desejo, não temos apenas necessidades; temos de ir além e escutar a voz profunda do desejo, do desejo humano que é um vestígio de Deus no nosso coração”, disse ao portal de notícias do Vaticano o padre Tolentino Mendonça.
“Deus não é apenas um enigma, uma invisibilidade: em Jesus, Ele fez-se próximo de nós. Portanto, nos exercícios espirituais, penso que a coisa mais importante é ficar abertos diante desta proximidade”, acrescentou o sacerdote português.
Tolentino Mendonça diz ter-se inspirado na poesia de Emily Dickinson, Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Antoine de Saint-Exupéry e no italiano Tonino Guerra.
Já em entrevista à edição deste domingo do jornal ‘L’Osservatore Romano’, o padre e poeta fala na necessidade de “tomar a sede como mestra nos caminhos da alma”.
O consultor do Conselho Pontifício da Cultura (Santa Sé) admite a surpresa perante o convite do Papa, que o convidou a partilhar a sua “pobreza” com simplicidade e liberdade.
“Algo que me preocupa muito concretamente é que a fé não tenha só uma credibilidade racional, mas que seja também credível do ponto de vista antropológico. A fé não é uma ideologia, é uma experiência”, sublinha Tolentino Mendonça.
O autor e biblista realça que a espiritualidade e a mística cristãs “cultivaram com sabedoria a temática da sede”.
O tradicional retiro de Quaresma do Papa e da Cúria Romana decorre na Casa do Divino Mestre, dos religiosos paulistas, em Ariccia, arredores de Roma, com 10 meditações do padre e poeta madeirense.
“Aprendizes do espanto” é o título da reflexão do padre Tolentino Mendonça que servirá de introdução a todo ciclo dos exercícios, este domingo.
Nos dias seguintes, o programa começa com a celebração da Missa às 07h30 locais, e a seguir, a primeira meditação às 09h30; a segunda meditação está prevista para as 16h00, antes da oração das vésperas e da adoração eucarística.
Na sexta-feira, último dia de retiro, está prevista uma única meditação.
Os temas escolhidos pelo sacerdote português são: “a ciência da sede”, “percebi que estava sedento”, “esta sede de nada”, “a sede de Jesus”, “as lágrimas contam uma sede”, “beber da própria sede”, “as formas do desejo”, “ouvir a sede das periferias”, e “a bem-aventurança da sede”.
Durante o período de retiro são suspensas todas as audiências, incluindo a audiência geral de quarta-feira.
A realização dos exercícios espirituais de Quaresma fora do Vaticano foi implementada pelo Papa Francisco; a viagem para Ariccia é feita em autocarro.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas?
A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma
A Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; dia que marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus, sentar-se sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer, que somos pó e ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19), para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa, para não mais perecer.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018


Ó Senhor meu Deus, iniciamos mais um mês e por isso te clamo, pois não seria capaz de caminhar sem a tua presença, me amparando, protegendo, guiando, iluminando e abençoando. Neste mês de fevereiro, traga vossa paz prometida, leve para todos os meus amigos, minha família, para os corações do mundo inteiro que estão precisando e principalmente, inunde meu ser com a paz do Espírito Santo!

sábado, 6 de janeiro de 2018

Reis Magos
Quem foram, nomes, significado dos presentes, de onde vieram, reisado, dia dos reis magos 
História dos reis magos

Os reis magos são personagens bíblicos. Segundo o apóstolo Mateus, eles vieram do Oriente, conduzidos por uma linda e brilhante estrela. Em seu evangelho, Mateus não diz quantos eram os reis magos, nem mesmo o nome deles. Sabemos apenas que eram mais do que um, pois ele faz a citação no plural. 

Conduzidos pela estrela, chegaram à cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes (mirra, ouro e incenso). Estes presentes possuíam um sentido simbólico. O ouro representava a realeza, a mirra (resina antisséptica) simbolizava a pureza, enquanto o incenso simbolizava a fé.

No contexto bíblico, a palavra “mago” não significa bruxo ou feiticeiro, mas sim assume o sentido de sacerdote ou sábio. Eles possuíam poderes e dons divinos e representavam o reconhecimento de Jesus pelos povos da época.

Os nomes dos reis

No evangelho de Mateus não aparecem os nomes dos reis magos. A quantidade e os nomes de Melquior, Baltazar e Gaspar foram estabelecidos por volta do final do século VIII, pela Igreja Católica Romana. Por isso, os cristãos que não são católicos não reconhecem a quantidade (três) e os nomes destes reis, já que são informações que não constam na Bíblia.

O Dia de Reis

No Brasil, na América Latina e em diversos países da 
Europa, o dia dos Reis Magos é comemorado todo 6 de janeiro. No Brasil, inclusive, várias festas do nosso folclore são realizadas no interior do país. Nos reisados, por exemplo, grupos de pessoas passam de casa em casa pedindo presentes e cantando músicas típicas. Esta festa foi trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis para o continente americano.

Curiosidade

A estrela que colocamos no topo das árvores de Natal representa a estrela que conduziu os reis magos para a cidade onde nasceu o menino Jesus.


segunda-feira, 1 de janeiro de 2018



A emocionante oração do Papa Francisco na Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus.
Obrigado, ó Santa Mãe do Filho de Deus Jesus, Santa Mãe de Deus!
Obrigado pela sua humildade que atraiu o olhar de Deus.
Obrigado pela fé com a qual acolheu a sua Palavra.
Obrigado pela coragem com que disse: eis-me aqui, esquecendo-se de si, fascinada pelo Santo Amor e tornando-se uma só coisa com a sua esperança.
Obrigado, ó Santa Mãe de Deus!
Reza por nós, peregrinos no tempo. Ajude-nos a caminhar na via da paz


Em suas palavras antes da oração do Ângelus no domingo, 1º de janeiro, Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, o Papa Francisco também incluiu uma bela e emocionante oração à Virgem

domingo, 24 de dezembro de 2017

Nasceu Jesus, Nasceu o Salvador!

"Anuncio-vos uma grande alegria:
Hoje nasceu o nosso Salvador, Jesus Cristo, Senhor."
O menino de Belém leva-nos a contemplar o incrível amor de um Deus que Se preocupa até ao extremo com a vida e a felicidade dos homens e que envia o próprio Filho ao mundo para apresentar aos homens um projeto de salvação/libertação. Nesse menino de Belém, Deus grita-nos a radicalidade do seu amor por nós.
O presépio apresenta-nos a lógica de Deus que não é, tantas vezes, igual à lógica dos homens: a salvação de Deus não se manifesta nos encontros internacionais onde os donos do mundo decidem o destino dos homens, nem nos gabinetes ministeriais, nem nos conselhos de administração das multinacionais, nem nos salões onde se concentram as estrelas do jet-set, mas numa gruta de pastores onde brilha a fragilidade, a dependência, a ternura, a simplicidade de um bebé recém-nascido. Qual é a lógica com que abordamos o mundo: a lógica de Deus, ou a lógica dos homens?
A presença libertadora de Jesus neste mundo é uma “boa notícia” que devia encher de felicidade os pobres, os débeis, os marginalizados e dizer-lhes que Deus os ama, que quer caminhar com eles e que quer oferecer-lhes a salvação. É essa proposta que nós, os seguidores de Jesus, passamos ao mundo? Nós, Igreja, não estaremos demasiado ocupados a discutir questões laterais, esquecendo o essencial – o anúncio libertador aos pobres?
Jesus – o Jesus da justiça, do amor, da fraternidade e da paz – já nasceu, de forma efetiva, na vida de cada um de nós, em nossas famílias, nas nossas comunidades cristãs?

Sejamos nós como estrelas do céu a irradiar a Luz da vida! Que o Menino de Belém toque nosso coração e dissipe toda amargura e solidão e nos faça irradiadores de sua presença e de sua ternura. Feliz e abençoado Natal!