Sagrado Coração de Maria passa a ter devotos em resposta ao sofrimento de Maria aos pés da Cruz de Jesus. Acontecimento este que já tinha sido profetizado pelo velho Simeão no templo, dizendo que o Coração de Maria seria, transpassado pela espada. Outra origem dessa devoção está no Evangelho de São Lucas que diz: Maria guardava todas as palavras de Jesus, em seu Coração. A vida interior de Nossa Senhora, suas alegrias e tristezas, virtudes e perfeições ocultas são ao mesmo tempo modelo de vida cristã e fonte de alegria.Devoção ao Sagrado Coração de Maria Esta devoção é tão antiga quanto a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Os dois Corações são inseparáveis. Onde está um, ai esta o outro. Maria é a Mãe, Co-Redentora da humanidade.
sábado, 9 de junho de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Como vivemos a Eucaristia?
Como vivemos
a Eucaristia? Quando vamos à Missa aos domingos, como a vivemos? É apenas um
momento de festa, uma tradição consolidada, uma ocasião para nos encontrarmos,
para estarmos à vontade, ou então é algo mais?
Existem
sinais muito concretos para compreender como vivemos tudo isto, como vivemos a
Eucaristia; sinais que nos dizem se vivemos bem a Eucaristia, ou se não a
vivemos muito bem. O primeiro indício é o nosso modo de ver e considerar os
outros. Na Eucaristia Cristo oferece sempre de novo o dom de si que já concedeu
na Cruz. Toda a sua vida é um gesto de partilha total de si mesmo por amor; por
isso, Ele gostava de estar com os discípulos e com as pessoas que tinha a
oportunidade de conhecer. Para Ele, isto significava partilhar os seus desejos,
os seus problemas, aquilo que agitava as suas almas e vidas. Pois bem, quando
participamos na Santa Missa encontramo-nos com homens e mulheres de todos os
tipos: jovens, idosos e crianças; pobres e abastados; naturais do lugar e
estrangeiros; acompanhados pelos familiares e pessoas sós… Mas a Eucaristia que
eu celebro leva-me a senti-los todos verdadeiramente como irmãos e irmãs? Faz
crescer em mim a capacidade de me alegrar com quantos rejubilam, de chorar com
quem chora? Impele-me a ir ao encontro dos pobres, dos enfermos e dos
marginalizados? Ajuda-me a reconhecer neles o rosto de Jesus? Todos nós vamos à
Missa porque amamos Jesus e, na Eucaristia, queremos compartilhar a sua paixão
e ressurreição. Mas amamos, como deseja Jesus, os irmãos e irmãs mais necessitados?
Um segundo
indício, muito importante, é a graça de nos sentirmos perdoados e prontos para
perdoar. Por vezes, alguém pergunta: «Por que deveríamos ir à igreja, visto que
quem participa habitualmente na Santa Missa é pecador como os outros?». Quantas
vezes ouvimos isto! Na realidade, quem celebra a Eucaristia não o faz porque se
considera ou quer parecer melhor do que os outros, mas precisamente porque se
reconhece sempre necessitado de ser acolhido e regenerado pela misericórdia de
Deus, que se fez carne em Jesus Cristo. Se não nos sentirmos necessitados da
misericórdia de Deus, se não nos sentirmos pecadores, melhor seria não irmos à
Missa! Nós vamos à Missa porque somos pecadores e queremos receber o perdão de
Deus, participar na redenção de Jesus e no seu perdão. Aquele «Confesso» que
recitamos no início não é um «pro forma», mas um verdadeiro ato de penitência!
Sou pecador e confesso-o: assim começa a Missa! Nunca devemos esquecer que a
Última Ceia de Jesus teve lugar «na noite em que Ele foi entregue» (1 Cor 11,
23). Naquele pão e naquele vinho que oferecemos, e ao redor dos quais nos
congregamos, renova-se de cada vez a dádiva do corpo e do sangue de Cristo,
para a remissão dos nossos pecados. Temos que ir à Missa como pecadores,
humildemente, e é o Senhor que nos reconcilia.
É preciso ter
sempre presente que a Eucaristia não é algo que nós fazemos; não é uma nossa
comemoração daquilo que Jesus disse e fez. Não! É precisamente uma ação de
Cristo! Ali, é Cristo quem age, Cristo sobre o altar! É um dom de Cristo, que
se torna presente e nos reúne ao redor de Si, para nos alimentar com a sua
Palavra e a sua vida. Isto significa que a própria missão e identidade da
Igreja derivam dali, da Eucaristia, e ali sempre adquirem forma. Uma celebração
pode até ser impecável sob o ponto de vista exterior, maravilhosa, mas se não
nos levar ao encontro com Jesus corre o risco de não oferecer alimento algum ao
nosso coração e à nossa vida. Através da Eucaristia, ao contrário, Cristo quer
entrar na nossa existência e permeá-la com a sua graça, de tal modo que em cada
comunidade cristã haja coerência entre liturgia e vida.
O coração
transborda de confiança e de esperança, pensando nas palavras de Jesus, citadas
no Evangelho: «Quem comer a minha carne e beber o meu sangue terá a vida
eterna; e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia» (Jo 6, 54). Vivamos a Eucaristia
com espírito de fé, de oração, de perdão, de penitência, de júbilo comunitário,
de solicitude pelos necessitados e pelas carências de numerosos irmãos e irmãs,
na certeza de que o Senhor cumprirá aquilo que nos prometeu: a vida eterna. Assim seja! (Da catequese de Papa Francisco)
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Temos necessidade de sermos devotos de Maria
“Como o filho precisa da mãe, assim o cristão precisa
de Maria.
Para vencer as tentações Maria é torre de defesa, é
amparo.
Para ressurgir das culpas precisamos da graça de Deus.
Maria é Mãe, Maria é exemplo, ela nos convida à virtude, à oração, à modéstia,
à obediência e à piedade”.
Pe. José Baldo
domingo, 20 de maio de 2018
Solenidade de Pentecostes
O Espírito
Santo, Dom de Deus a todos os crentes. O
Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem
Novo.
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus
ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva,
recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos
crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que
Jesus viveu até às últimas consequências.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a
caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que
faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e
comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e
culturas.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida
da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e
que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser
usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
Os “dons” que
recebemos não podem gerar conflitos e divisões, mas devem servir para o bem
comum e para reforçar a vivência comunitária. As nossas comunidades são espaços
de partilha fraterna, ou são campos de batalha onde se digladiam interesses
próprios, atitudes egoístas, tentativas de afirmação pessoal?
É preciso
ter consciência da presença do Espírito: é Ele que alimenta, que dá vida, que
anima, que distribui os dons conforme as necessidades; é Ele que conduz as
comunidades na sua marcha pela história. Ele foi distribuído a todos os crentes
e reside na totalidade da comunidade. Temos consciência da presença do Espírito
e procuramos ouvir a sua voz e perceber as suas indicações? Temos consciência
de que, pelo fato de desempenharmos esta ou aquela função, não somos as únicas
vozes autorizadas a falar em nome do Espírito?
ORAÇAO:
Bendito sejas, Deus de luz e de vida, sopro criador e fogo de amor. Nós Te louvamos pelo dom do teu Espírito, que chama todos os povos da terra a proclamar, cada um na sua língua, as maravilhas da tua bondade.
Nós Te pedimos por todos os membros do teu Povo: torna-nos receptivos às múltiplas linguagens dos nossos irmãos e confiantes no teu espírito de unidade.
ORAÇAO:
Bendito sejas, Deus de luz e de vida, sopro criador e fogo de amor. Nós Te louvamos pelo dom do teu Espírito, que chama todos os povos da terra a proclamar, cada um na sua língua, as maravilhas da tua bondade.
Nós Te pedimos por todos os membros do teu Povo: torna-nos receptivos às múltiplas linguagens dos nossos irmãos e confiantes no teu espírito de unidade.
sábado, 19 de maio de 2018
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“Jesus Cristo
veio na terra para salvar a humanidade com a sua paixão e morte e fundou a Igreja.
A Igreja é espalhada no mundo inteiro como um rebanho
e teve como chefe Pedro ao qual Cristo deu as chaves do Reino dos céus.
O Papa guia a Igreja: é o coração da Igreja.
Somos convidados a ficarmos unidos ao Papa.
A barca onde Jesus estava era agitada pelos ventos,
mas não afundou, Jesus a segurava.
Também a Igreja é agitada, atacada, fortemente
criticada, mas não tenhamos medo: a mão
do homem é impotente quando Deus segura a sua Igreja”.
Pe. José Baldo
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a sobriedade no falar
“ Quantos
pecados cometemos com a língua!
Muitas vezes a língua é em movimento o dia todo... às
vezes sem refletir, pecamos por soberba, indiscrição, e falta de caridade.
O nosso falar deve ter um conteúdo de bem.
Maria modelo de prudência nos ajude a falar somente o
necessário”.
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a fortaleza cristã.
“Quando falamos de fortaleza cristã não queremos falar
de força dos músculos, mas da força
moral da alma.
A fortaleza cristã é para vencer os obstáculos e
combater os inimigos.
Pedimos a Maria a
fortaleza, ela que foi forte na dor e no desprezo.
Aos nossos dias querendo em nome da “ liberdade”,
temos medo de manifestar aquilo que somos, e muitas vezes fingimos gostar daquilo que o nosso coração condena, e
condenamos aquilo que o coração aprova como justo”.
Pe. José Baldo
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a odiar o pecado
Em Maria espelho e modelo de justiça não há pecado.
O pecado é a morte da alma: o verdadeiro mal.
As doenças, a pobreza, o cativeiro, as perseguições
não são os verdadeiros males.
O pecado ofende a Deus.
Por isso Maria foi preservada do pecado.
“Ó Rainha sem pecado original, rogai por nós”.
Pe. José Baldo
terça-feira, 15 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria o amor à pobreza.
“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino
do Céu” (Mt.5,3).
Tal Bem-Aventurança foi proclamada por Jesus e Jesus
quis ser pobre, viver pobre, morrer pobre e deu um grande valor, um valor
divino à pobreza.
O rico é aquele que é apegado com o coração às “coisas”, aos bens materiais.
“É necessário que usemos os meios que temos para
servir e honrar a Deus e ajudar o próximo”.
Pe. José Baldo
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Aprendamos de Maria o amor para com a formação religiosa
“Maria guardava no seu coração cada palavra do seu
Filho”.
( Lc.2,51)
É bom viver o Domingo como dia do Senhor.
Todo mundo tem trabalhos cansativos.
No deserto as caravanas encontram oásis, nós no
deserto da vida temos o Domingo para poder atingir água, olhar para o céu,
pensar na fragilidade da vida, experimentar a doçura de servir a Deus.
Jesus pregou o Evangelho e a fé se espalhou no mundo
inteiro. Nós precisamos escutar, aprender e anunciar esta boa notícia”.
Pe. José Baldo
domingo, 13 de maio de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria o amor à Eucaristia
“Entre os seres humanos existem várias comunhões: de
interesses, de propriedades, de objetos, de conveniências, de família...
Deus nos concede o alimento para o corpo e para a
alma.
Algumas pessoas pensam somente no pão do corpo; este é
necessário, mas aquele da alma é ainda mais necessário.
Os primeiros cristãos atingiam luz e o calor da Eucaristia”.
Temos um dever e uma necessidade.
Como dever é suficiente participar da Eucaristia na
Páscoa, mas, como necessidade é indispensável uma contínua comunhão com Deus e
com o próximo.
Pe. José Baldo
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria o amor a Jesus
Maria foi a primeira a adorar Jesus na gruta de Belém.
Jesus é a expressão viva do amor sincero e generoso.
Ele nos amou até o ponto de morrer por nós na cruz. Amou-nos até nos deixar ele
mesmo na Santa Eucaristia.
Os seres humanos estão doentes no coração, na vontade,
nos afetos...
Quantas pessoas passam à frente da Igreja e nem se
quer pensam em Jesus.
“O nosso coração é tão nobre quanto mais nobre é o
objeto ou pessoa que se ama”.
Pe. José Baldo
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a amar a pureza
“O mundo está contaminado pela lama do vício, dos
escândalos, das conversas inúteis e banais.
Maria é a padroeira da pureza.
Os primeiros cristãos eram reconhecidos pela vivência
de uma vida honesta e uma postura reservada.
Hoje também é a mesma coisa: vida cristã e vida
desonesta não podem caminhar juntas.
Sejam puros nos pensamentos, nas palavras.
Quantos cristãos falam indecentemente.
“Rezemos a Maria nas tentações, participemos dos
Sacramentos para o qual fomos chamados e então, teremos forças de fugir das
tentações do pecado”.
Pe. José Baldo
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a modéstia
“A modéstia tem que embelezar a nossa postura seja
diante de Deus, seja diante dos seres humanos.
Modéstia no
vestir, no olhar, no ser, no caminhar, no falar.
Maria é símbolo de uma alma perfeita: vida escondida,
harmoniosa, amante do silêncio, da
discrição.
Peçamos a Maria a graça de amar e de querer sempre a
modéstia”.
Pe. José Baldo
terça-feira, 8 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a Paciência
“Sem paciência
não conseguimos fazer o bem.
A paciência nos
dá a força necessária, a constância,
prudência.
Com Maria vamos
aprender a paciência.
Todos têm
cruzes, o pobre, o doente, o órfão e também o rico.
A vida é uma luta, expiação é mérito: então
paciência.
Também Maria
teve a sua cruz bem pesada.
Precisamos
carregar a cruz que Deus nos deu sem exigir
mudá-la.
Carregar a cruz
todos os dias. Carregá-la e não arrastá-la.
Pe. José Baldo
domingo, 6 de maio de 2018
Aprendamos de Maria a Humildade
“Maria é mestra de humildade”.
Os dons do coração têm por alicerce a humildade.
Precisa praticar a humildade em não falar de nós mesmos, em não querer ou exigir que os outros nos louvem e fiquem dependentes de nós.
Temos dons pessoais?
Saúde, inteligência, trabalho, bens. Não são coisas nossas. Somos simples administradores.
“Temos que dar conta do bom uso dos dons recebidos”.
Pe. José Baldo
sábado, 5 de maio de 2018
Imitemos a Maria
no amor para com o próximo.
“O amor para com o próximo
é inseparável do amor para com Deus e para com Maria.
O distintivo do cristão é a
caridade para com o próximo.
Maria amou o seu próximo
querendo o verdadeiro bem dele: foi visitar Isabel, pediu e obteve o vinho nas
bodas de Caná, deu consolo a Pedro depois de cair no pecado.
Procuramos ajudar o próximo
nas necessidades materiais, mas de jeito especial também nas necessidades
espirituais. O homem não vive somente de pão.”
Pe. José Baldo
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Imitemos a Maria no Amor para com Deus
“O amor para com Deus é o
primeiro e o maior mandamento.
Maria nos ensina este amor.
Quando amamos uma pessoa,
gostamos de ficar perto dela.
Maria amou a Deus e o amou
sempre.
O amou nos acontecimentos
concretos.
A vida de Maria foi um
holocausto contínuo ao Senhor.
Nós sempre falamos que
amamos o Senhor, mas o amamos realmente?
Peçamos a Maria a graça de
amar o Senhor”.
Pe. José Baldo
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