quinta-feira, 30 de julho de 2015
26 de Julho de 2015 Dias dos Avos
sábado, 4 de julho de 2015
A Voz de Deus
Na realização dos seus planos, Deus sempre chama e envia pessoas para serem a sua VOZ no meio do Povo.
As leituras falam de três escolhidos por Deus para serem instrumentos
de sua Palavra:
- Um Profeta
desterrado...
- Um "carpinteiro",
filho de Maria;
- Um que reconhece suas
fraquezas...
A 1a Leitura
fala da Missão de EZEQUIEL. (Ez 2, 2-5)
Vemos os elementos da
vocação profética:
- A Iniciativa é sempre
de Deus;
- O chamado é um
"filho de homem";
- A Missão é ser a VOZ
DE DEUS no meio do povo.
Na 2à Leitura , Paulo fala da sua experiencia : as dificuldades encontradas no seu apostolado.
Paulo assegura aos
cristãos de Corinto, que Deus atua e manifesta
seu poder no mundo
através de instrumentos fracos e limitados.
- Deus garante a Paulo e a todos os que têm
algum tipo de "espinho":
"Basta-te a minha graça; pois é na fraqueza que a
força se realiza plenamente".
No Evangelho, encontramos
a experiência de CRISTO. (Mc 6, 1-6)
Jesus volta a Nazaré e ensina
na sinagoga.
- O povo se admira da
sabedoria, dos milagres… e, perplexo, se pergunta:
"Quem é esse
homem? Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria?"
- Este Jesus não podia
ser o Messias esperado.
Eles esperavam um
guerreiro como Davi, sábio como Salomão.
Não um humilde carpinteiro.
Eles o conheciam muito bem: o carpinteiro, filho de
Maria, não poderia ser o enviado de Deus…
- Sua Palavra
escandaliza, sua mensagem gera oposição e sua vida cria conflitos. Não conseguem reconhecer em Jesus o Messias
esperado e o rejeitam. Até os parentes de Jesus não aderem à sua
mensagem.
- JESUS, decepcionado, concluiu: "Um Profeta não é estimado entre os seus".
Mas apesar da incompreensão, continuou fiel
aos planos do Pai...
+ Quem são os Profetas?
Os "profetas não
são pessoas extintas do passado, mas são uma realidade com que Deus continua a
contar ainda hoje para intervir no mundo.
Todo
"batizado" tem a sua história de vocação profética...
O Profeta não é o encarregado de fazer
milagres e prever o futuro.
Deus espera dele uma coisa: que transmita a
sua palavra. Deus não tem boca e precisa de alguém para
ser a sua "Voz".
- Para isso, deve escutar a mensagem de
Deus e deixar
que ela penetre até o íntimo do coração… E
depois anunciá-la com entusiasmo e fidelidade.
+ Como
desempenhar a missão de Profeta?
Ele
deve estar em comunhão com Deus e atento à realidade humana. Intervém,
em nome de Deus, para denunciar, para avisar, para corrigir.
- A denúncia profética
implica, muitas vezes, a perseguição, o sofrimento, a marginalização e, em muitos casos, a
própria morte...
- Normalmente, Deus não
se manifesta na força, no poder, nas qualidades que os homens admiram tanto.
- Ele vem ao nosso encontro na fraqueza, na
simplicidade, nas pessoas mais humildes e despretensiosas...
- As nossas limitações
humanas não podem servir de desculpas para não realizar a missão que Deus nos
confia.
- Se
ele nos pede um serviço, também nos dará a força para
superar os nossos limites e para cumprir o que nos pede.
+ A Liturgia de hoje
nos apresenta três exemplos bonitos: Ezequiel, Paulo e Jesus.
Diante das dificuldades, nenhum desistiu.
Lutaram e venceram.
* Nós também podemos nos
sentir na mesma situação:
O
testemunho, que Deus nos chama a dar, realiza-se muitas
vezes, no meio de incompreensões e oposições…
Frequentemente nos sentimos desanimados e frustrados porque não somos entendidos, nem acolhidos.
Temos a sensação de que estamos perdendo tempo…
Jesus
nos convida a nunca desanimar, nem desistir:
Ele
sabe como transformar um fracasso num êxito.
Qual a nossa atitude?
- Nós continuamos a ser
a "Voz" de Deus na comunidade, na família, mesmo diante das contrariedades e
adversidades?
- Valorizamos as
pessoas que atuam com dedicação em nossa comunidade, acolhendo-as como a "Voz" de Deus?
Façamos nossa profissão
de fé, não apenas em Deus,
mas também nas pessoas
com quem convivemos…
E veremos, que os santos
de casa também farão milagres…
Pe. Antônio Geraldo Dalla
Costa - 05.07.2015
sábado, 27 de junho de 2015
Quem dizem os homens que eu sou?
Neste final de semana a Igreja celebra a festa de Sao Pedro e Sao Paulo, duas colunas da Igreja, que de formas diferentes e singulares fundaram e sustentaram a Fè da Igreja nascente. Com suas vidas e com o martirio testemunharam a Fè no Cristo Ressuscitado e o transmitiram as geraçoes posteriores.
As leituras propostas pela liturgia transmitem o tamanho da paixao que dominaram esses homens a partir do encontro e do conhecimento de Cristo e como se deixaram transformar pela força libertadora de Jesus. No Evangelho Jesus nos dirige uma pergunta. O que os homens andam dizendo de mim? O que os cristaos andam dizendo a meu respeito? O que vocè como cristao diz de mim ao mundo, às pessoas , à sociedade? Celebrar essas figuram fundamentais da nossa fè, è oportunidade de nos perguntar como estamos vivendo a nossa fè? Pedro e Paulo nao apenas disseram com palavras , quem era Jesus, disseram com a propria vida, que nada mais importava senao Cristo, a amizade com Ele, o seguimento radical, a comunhao com Aquele que se tornou a razao da existencia.
Quando falamos de Pedro, lembramo-nos de instituição, poder das chaves, hierarquia, serviço ministerial. Fez parte do grupo dos doze. Foi uma testemunha ocular da vida de Cristo, que lhe disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.
Quando falamos de Paulo, lembramo-nos do carisma, da evangelização, da pregação. Pregou o Evangelho de Nosso Senhor depois de sua conversão, que se deu a caminho de Damasco.Pedro e Paulo são dois nomes que, ao longo dos séculos, personificaram a Igreja inteira em sua ininterrupta, rica e inolvidável Tradição.
Nesta ocasiao rezamos por todos os cristaos que ainda hoje dao a vida para que Cristo seja conhecido e amado. Rezemos pedindo a intercessao desses santo para que nos fortaleçam na fée e nos testemunho. Rezemos de modo especial pelo Papa Francisco na sua missao de sucesso de Sao Pedro, para que seja fortalecido na Fè na coragem de anunciar o amor de Cristo.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
O Trindade Santa!
Luz, esplendor e graça na Trindade e da Trindade
Indivisibilidade, dignidade, totalidade unicidade,
liberdade, Amor , Comunhao , sao as palavras mais comuns
atribuidas à Santissima Trindade - Mistério insondavel de Deus.
Ora, a nossa fé é esta: cremos na Trindade santa e perfeita, que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo; nela não há mistura alguma de elemento estranho; não se compõe de Criador e criatura; mas toda ela é potência e força operativa; uma só é a sua natureza, uma só é a sua eficiência e ação. O Pai cria todas as coisas por meio do Verbo, no Espírito Santo; e deste modo, se afirma a unidade da Santíssima Trindade. Por isso, proclama-se na Igreja um só Deus, que reina sobre tudo, age em tudo e permanece em todas as coisas (cf. Ef 4,6). Reina sobre tudo como Pai, princípio e origem; age em tudo, isto é, por meio do Verbo; e permanece em todas as coisas no Espírito Santo.
São Paulo nos ensina na segunda Carta aos coríntios, com as seguintes palavras: A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós(2Cor 13,13). Com efeito, toda a graça que nos é dada em nome da Santíssima Trindade, vem do Pai, pelo Filho, no Espírito Santo. Assim como toda a graça nos vem do Pai por meio do Filho, assim também não podemos receber nenhuma graça senão no Espírito Santo. Realmente, participantes do Espírito Santo, possuímos o amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do mesmo Espírito.
(Liturgia das Horas - Oficio das Leituras)
sexta-feira, 22 de maio de 2015
sábado, 16 de maio de 2015
Sejas minhas testemunhas!
A festa da Ascensão Senhor é celebrada 40 dias após a Páscoa , após uma
serie de aparições e uma longa catequese pascal de Jesus aos apóstolos. A Ascensão é um momento a mais do único mistério pascal
da morte e ressurreição de Jesus Cristo, e expressa sobretudo a dimensão de
exaltação e glorificação da natureza humana de Jesus como contraponto à
humilhação padecida na paixão, morte e sepultamento.
Ao contemplar a ascensão de seu Senhor à glória
do Pai, os discípulos ficaram assombrados, porque não entendiam as Escrituras
antes do dom do Espírito, e olhavam para o alto. Aparecem dois homens vestidos
de branco, é uma teofania, a mesma dos dois homens que Lucas descreve no
sepulcro (24,4). Neles a Igreja Mãe judaico-cristã via acertadamente a forma
simbólica da divina presença do Pai, que são Cristo e o Espírito.
Na força do
Espírito de Cristo os discípulos são convidados a continuar firmes na fè, e enviados
batizar, pregar o evangelho e serem
testemunhas do Ressuscitado.
Lucas
descreve a Ascensão como algo que completa a Ressurreição, onde Jesus não se
retira , mas permanece através do seu Espírito.
Na Ascensão,
vemos o que somos convidados a viver. A
liturgia, a oração deve nos conduzir para a realidade como Jesus fez com os discípulos.
Jesus convida a voltar a realidade, retomar a vida , os compromissos do dia a dia com os pés no chão, porém
imbuídos do Espírito do Senhor. “Toca a terra com os pés , mas não com o
coração”
No
Evangelho podemos destacar características da Igreja apontada por Jesus
1- A Igreja é chamada a anunciar, a ir , a
caminhar, a “ Igreja em saída” de papa Francisco. A Igreja é universal e tem o
dever de se dirigir a todos. Todos, sem exceção tem direito de sentir o anúncio
do Evangelho.
2-A missão da Igreja é pregar o Evangelho
Pregar , não simplesmente como sermão,
doutrina, mas como anúncio de um evento, de uma experiência vivida e encarnada
do encontro com Cristo vivo e Ressuscitado. O Evangelho , a Igreja se torna credível
a partir dos sinais presentes na vida dos cristãos. E o testemunho da experiência
de uma vida vivida à luz do mistério pascal que atrai e convence novos cristãos.
O beato Pe. José Baldo dizia , que como Padre ele devia “ pregar o Evangelho,
evangelicamente com praticas evangélicas”.
3-O Cristão reproduz o estilo de vida de Jesus.
Os mesmos gestos e sinais que faziam parte da vida do mestre, faz
parte da vida dos discípulos. Na vida dos cristãos é possível reconhecer os
sinais da vida do mestre, porque é vida habitada pela presença do Pai e da sua Palavra.
domingo, 10 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
Eu sou a Videira!
A Liturgia nos fala da UNIDADE
profunda
dos discípulos com o
Ressuscitado,
através da imagem da VIDEIRA verdadeira.
Devem "permanecer"
em comunhão de vida
com Cristo e com a
comunidade.
Na 1a Leitura,
PAULO narra a experiência vivida por ele,
para ser aceito na
Comunidade. (At 9,26-31)
Três anos após a sua
conversão, Paulo vai a Jerusalém
para se encontrar com
Pedro e se integrar com a Comunidade.
Lá o antigo perseguidor
encontrou um clima de medo e de desconfiança.
Mas ele não se
decepcionou, nem se afastou da comunidade,
pelo contrário, "permaneceu" unido a Cristo e à
Comunidade.
Cristianismo não é só
um encontro pessoal com Jesus Cristo,
é também uma
experiência de partilha da fé e do amor com os irmãos.
* Quem são os "Paulos",
hoje?
- NÓS também, muitas vezes, podemos encontrar dificuldade
para permanecer em comunhão com os irmãos de
nossa comunidade:
- Diante das contrariedades, somos tentados
a abandonar tudo…
- Nenhum motivo nos deve levar a renunciar à
unidade…
- Quantas pessoas
são vistas com reservas ou desconfiança na Comunidade
e não encontram um "Barnabé" que
acredite nelas!
- Sabemos acolhê-las com alegria e
compreensão?
Na 2a Leitura,
João ensina que a nossa fé
se manifesta através
das obras de amor. (1Jo,
3,18-24)
Permanecendo unidos a
Cristo, circulará também em nós a sua vida (seiva).
No Evangelho, Jesus afirma
"Eu
SOU a Videira Verdadeira". (Jo 15,1-8)
Essas palavras, numa
ceia de despedida, representam o seu "Testamento".
- Na Bíblia, a
imagem da "Vinha" é muito freqüente:
Israel era considerado uma vinha plantada
pelo próprio Deus,
mas que não produziu os frutos esperados.
E Deus, o vinhateiro, foi obrigado a
abandoná-la, permitiu que fosse destruída…
- JESUS se apresenta como a "Videira verdadeira",
capaz de produzir frutos que Israel não
produziu.
Jesus é o tronco, nós
somos os ramos e o Pai é o Agricultor.
Ele cuida da videira,
poda os ramos para produzirem mais.
Os ramos secos ele
corta e joga no fogo.
Para dar FRUTOS, os
"Ramos" precisam de DUAS COISAS:
+ da Seiva
da Videira, que é Cristo, pois "sem
mim nada podeis fazer".
O texto fala 8 vezes em "permanecer em Cristo"
e 7 vezes em "dar frutos".
Se não "permanecermos"
unidos a Cristo, recebendo essa seiva,
nos tornaremos ramos
secos e estéreis, que serão cortados e excluídos...
* Poderão ser eficazes
os nossos trabalhos pastorais,
sem a seiva dessa
videira e o contato com Jesus, através da oração?
+ da Poda : Quem
não viu já a poda de um parreiral?...
As gotas até parecem
lágrimas chorando de dor pela poda... dolorosa...
mas necessária...
"para dar mais fruto".
- Sem a poda, poderá
ter muita folha e pouco fruto...
Permanecer em Cristo
significa também perseverar com ele na prova...
* Aceitamos as podas?
Quem são as tesouras?
- Deus, como trabalhador da vinha, se encarrega de fazer a
poda.
A sua Palavra põe às claras as nossas
limitações e falhas…
e PODA nosso egoísmo, o orgulho, a vaidade, a
falsidade, a ganância...
- As pessoas afastadas: com críticas
duras e ásperas contra a Igreja…
* Não poderiam se tornar uma poda salutar,
ainda que muito dolorosa?
- As pessoas participantes: por
motivos pessoais, também podem "podar"...
* Sabemos aceitar com humildade e
tranqüilidade?
- Familiares: "Gostaria de atuar, mas o marido (ou
esposa...) não deixa..."
+ Poderíamos resumir a mensagem de hoje em três Palavras:
Um Apelo: "Produzir
frutos…"
Uma Condição: "Permanecer
unido a ele". Para isso,
precisa:
- Gastar tempo com
ele. Nenhum trabalho, mesmo pastoral, justifica
o abandono do encontro pessoal com Cristo, na
Oração.
Jesus nos adverte: "Sem mim NADA podeis
fazer".
Devemos antes falar com Deus... para
depois falar de Deus...
- Alimentar a nossa
espiritualidade com esta "seiva
divina",
que é a graça de Deus, na escuta da Palavra,
na prática sacramental...
- Uma Advertência:
Cristão que não "permanece"
com ele não dá frutos.
Tornar-se-á então um "galho seco" que será cortado e jogado ao fogo...
Isso acontece com aqueles que se separam de
Cristo
e da própria Comunidade
Hoje, Cristo continua
produzindo frutos, que agradam ao Pai,
por meio dos cristãos
de nossas comunidades,
que "permanecem" sempre unidos a Cristo.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
São José protetor dos trabalhadores
A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por
conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais
de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva
Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!” O Papa, em 1955, deu
aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.
O santíssimo São José, protetor da Igreja
Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé
– do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao
seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada
pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá
a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: “Queremos reafirmar, em forma
solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da
equitativa repartição de direitos e deveres.”
São José, que na Bíblia é reconhecido como um
homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na
santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja
qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não
para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa…
O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24). Ao propô-lo como modelo e protetor dos
operários, a Igreja quer que todos reconheçam a dignidade do trabalho e que o
trabalhador seja respeitado enquanto pessoa humana e colaborador de Deus na
obra da criação: Por Cristo, único Mediador, participa a humanidade da vida
trinitária.
Cristo hoje, sobretudo por sua atividade
pascal, nos leva a participar do mistério de Deus. Por sua solidariedade
conosco, nos torna capazes de vivificar pelo amor nossa atividade e transformar
o nosso trabalho e nossa história em gesto litúrgico, isto é, de sermos
protagonistas com ele da construção da convivência e das dinâmicas humanas que
refletem o mistério de Deus e constituem sua glória que vive (DP 213).
ORAÇÃO PELO
TRABALHADOR
Ó glorioso São José,
que velaste a tua incomparável e real dignidade de guarda de Jesus e da Virgem
Maria, sob a humilde aparência de artífice, e com o teu trabalho sustentaste as
suas vidas, protege com amável poder os teus filhos que estão a ti confiados.
Tu conheces as angústias e sofrimentos deles, porque tu mesmo experimentaste
isto ao lado de Jesus e de sua Mãe. Não permitas que, oprimidos por tantas
preocupações, esqueçam o fim para que foram criados por Deus; não deixes que os
germes da desconfiança lhes dominem as almas imortais. Recorda a todos os
trabalhadores que - nos campos, nas fábricas, nas minas e nos laboratórios da
ciência - não estão sós para trabalhar, gozar e servir, mas que junto a eles
está Jesus com Maria, Mãe sua e nossa, para os suster, para lhes enxugar o suor
e mitigar as fadigas. Ensina-lhes a fazer do trabalho, como fizeste tu,
instrumento altíssimo de santificação (João XXIII).
Assinar:
Postagens (Atom)



