quinta-feira, 20 de setembro de 2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
terça-feira, 4 de setembro de 2018
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Santa Rosa de Lima
Neste dia 23 de agosto Santa Rosa de Lima, fazemos memória da primeira santa das Américas, virgem e padroeira do Peru, do continente americano e das Filipinas, que viveu dedicada à oração, à mortificação e à ajuda aos mais necessitados. Em seu país natal, é celebrada no dia 30 de agosto.
Nasceu em Lima (Peru) em 30 de abril de 1586, e foi batizada com o nome Isabel Flores de Oliva. Foi apelidada de Rosa porque, segundo a tradição, quando era apenas uma bebê seu rosto era muito rosado.
Sua infância foi marcada por grandes momentos de oração e meditação, tornou-se devota de Nossa Senhora e recorria sempre à proteção da Virgem Mãe de Deus. Em sua história há relatos de que certo dia, Rosa rezava para sua imagem da Virgem Maria com o Menino Jesus em seus braços e ouviu uma voz que vinha da imagem assim dizendo: “Rosa, dedique a mim todo o seu amor…”
Desde muito jovem Rosa sobressai a solidariedade e amor aos doentes pobres, aos quais atendia em sua própria casa.
Rosa tinha como modelo Santa Catarina de Sena. Dedicou-se a atacar o amor próprio mediante a humildade, a obediência e a abnegação da vontade própria.
Ingressou na Ordem Terceira de São Domingos (Terciárias Dominicanas) e, a partir de então, encerrou-se em uma cabana que tinha construído na horta de sua casa.
Levava sobre a cabeça um estreito cinto de prata, cujo interior estava cheio de pontas, era uma espécie de coroa de espinhos.
Seu amor pelo Senhor era tanto que, quando falava Dele, mudava o tom de sua voz e seu rosto se acendia como um reflexo do sentimento que embargava sua alma.
Santa Rosa morreu em 24 de agosto de 1617, festa de São Bartolomeu, aos 31 anos de idade como ela mesma profetizou. O Papa Clemente X a canonizou em 1671. Hoje, seus restos mortais são venerados na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lima (São Domingos) com uma grande devoção do povo peruano e da América. Em Lima, foi erguido um Santuário em sua honra.
Nasceu em Lima (Peru) em 30 de abril de 1586, e foi batizada com o nome Isabel Flores de Oliva. Foi apelidada de Rosa porque, segundo a tradição, quando era apenas uma bebê seu rosto era muito rosado.
Sua infância foi marcada por grandes momentos de oração e meditação, tornou-se devota de Nossa Senhora e recorria sempre à proteção da Virgem Mãe de Deus. Em sua história há relatos de que certo dia, Rosa rezava para sua imagem da Virgem Maria com o Menino Jesus em seus braços e ouviu uma voz que vinha da imagem assim dizendo: “Rosa, dedique a mim todo o seu amor…”
Desde muito jovem Rosa sobressai a solidariedade e amor aos doentes pobres, aos quais atendia em sua própria casa.
Rosa tinha como modelo Santa Catarina de Sena. Dedicou-se a atacar o amor próprio mediante a humildade, a obediência e a abnegação da vontade própria.
Ingressou na Ordem Terceira de São Domingos (Terciárias Dominicanas) e, a partir de então, encerrou-se em uma cabana que tinha construído na horta de sua casa.
Levava sobre a cabeça um estreito cinto de prata, cujo interior estava cheio de pontas, era uma espécie de coroa de espinhos.
Seu amor pelo Senhor era tanto que, quando falava Dele, mudava o tom de sua voz e seu rosto se acendia como um reflexo do sentimento que embargava sua alma.
Santa Rosa morreu em 24 de agosto de 1617, festa de São Bartolomeu, aos 31 anos de idade como ela mesma profetizou. O Papa Clemente X a canonizou em 1671. Hoje, seus restos mortais são venerados na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lima (São Domingos) com uma grande devoção do povo peruano e da América. Em Lima, foi erguido um Santuário em sua honra.
sábado, 28 de julho de 2018
a lógica da partilha
A liturgia deste domingo nos dá conta da preocupação de Deus em saciar a “fome” de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta conosco para repartir o seu “pão” com todos aqueles que têm “fome” de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.
No Evangelho Jesus propõe algo de realmente novo: propõe uma lógica de partilha. Os discípulos de Jesus são convidados a reconhecer que os bens são um dom de Deus para todos os homens e que pertencem a todos; são convidados a quebrar a lógica acumulatótia egoísta dos bens e a pôr os dons de Deus ao serviço de todos. Como resultado, não se obtém apenas a saciedade dos que têm fome, mas um novo relacionamento fraterno entre quem dá e quem recebe, feito de reconhecimento e harmonia que enriquece ambos e é o pressuposto de uma nova ordem, de um novo relacionamento entre os homens. É esta a proposta de Deus; e é disto que os discípulos são chamados a dar testemunho.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Sant´Ana e São Joaquim , rogai por nós!
Ambos os santos, chamados padroeiros dos avós, foram pessoas de profunda fé e confiança em Deus; foram os encarregados de educar no caminho da fé sua filha Maria, alimentando seu amor pelo Criador e preparando-a para sua missão.
Bento XVI, em um dia como este em 2009, destacou – através das figuras de São Joaquim e Sant’Ana – a importância do papel educativo dos avós, que na família “são os depositários e muitas vezes as testemunhas dos valores fundamentais da vida”.
Em 2013, quando estava no Rio de Janeiro (Brasil) para a Jornada Mundial da Juventude, coincidindo sua estadia com esta data, o Papa Francisco destacou que “São Joaquim e Sant’Ana fazem parte de uma longa corrente que transmitiu o amor a Deus, no calor da família, até Maria, que acolheu em seu seio o Filho de Deus e o ofereceu ao mundo, ofereceu-o a nós. Vemos aqui o valor precioso da família como lugar privilegiado para transmitir a fé!”.
“Olhando para o ambiente familiar, queria destacar uma coisa: hoje, na festa de São Joaquim e Sant’Ana, no Brasil como em outros países, se celebra a festa dos avós. Como os avós são importantes na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade! E como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família”, acrescentou o Pontífice. (Texto disponível em https://www.acidigital.com/)
sábado, 21 de julho de 2018
Deus é o “Pastor” que se preocupa conosco.
A liturgia
do 16º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta do amor e da solicitude de Deus
pelas “ovelhas sem pastor”. Esse amor e essa solicitude traduzem-se,
naturalmente, na oferta de vida nova e plena que Deus faz a todos os homens.
Na primeira
leitura, pela voz do profeta Jeremias, Jahwéh condena os pastores indignos que
usam o “rebanho” para satisfazer os seus próprios projetos pessoais; e,
paralelamente, Deus anuncia que vai, Ele próprio, tomar conta do seu “rebanho”,
assegurando-lhe a fecundidade e a vida em abundância, a paz, a tranquilidade e
a salvação.
A Palavra
de Deus nos garante que Deus é o “Pastor” que se preocupa conosco, que está
atento a cada uma das suas “ovelhas”; Ele cuida das nossas necessidades e está
permanentemente disposto a intervir na nossa história para nos conduzir por
caminhos seguros e para nos oferecer a vida e a paz. É n’Ele que temos de
apostar, é n’Ele que temos de confiar. Esta constatação deve ser, para todos os
crentes, uma fonte de alegria, de esperança, de serenidade e de paz.
O Evangelho
recorda-nos que a proposta salvadora e libertadora de Deus para os homens,
apresentada em Jesus, é agora continuada pelos discípulos. Os discípulos de
Jesus são – como Jesus o foi – as testemunhas do amor, da bondade e da
solicitude de Deus por esses homens e mulheres que caminham pelo mundo perdidos
e sem rumo, “como ovelhas sem pastor”. A missão dos discípulos tem, no entanto,
de ter sempre Jesus como referência… Com frequência, os discípulos enviados ao
mundo em missão devem vir ao encontro de Jesus, dialogar com Ele, escutar as
suas propostas, elaborar com Ele os projetos de missão, confrontar o anúncio
que apresentam com a Palavra de Jesus.
A comoção
de Jesus diante das “ovelhas sem pastor” é sinal da sua preocupação e do seu
amor. Revela a sua sensibilidade e manifesta a sua solidariedade para com todos
os sofredores. A comoção de Jesus convida-nos a sermos sensíveis às dores e
necessidades dos nossos irmãos. Todo o homem é nosso irmão e tem direito a
esperar de nós um gesto de bondade e de acolhimento. Não podemos ficar no nosso
canto, comodamente instalados, com a consciência em paz (porque até já fomos à
missa e rezamos as orações que a Igreja manda), a ver o nosso irmão a sofrer. O
nosso coração tem de doer, a nossa consciência tem de questionar-nos, quando
vimos um homem ou uma mulher (nem que seja um desconhecido, nem que seja um
estrangeiro) ser magoado, explorado, ofendido, marginalizado, privado dos seus
direitos e da sua dignidade. Um cristão é alguém que tem de sentir como seus os
sofrimentos do irmão.
Na segunda
leitura, Paulo fala aos cristãos da cidade de Éfeso da solicitude de Deus pelo
seu Povo. Essa solicitude manifestou-se na entrega de Cristo, que deu a todos
os homens, sem exceção, a possibilidade de integrarem a família de Deus.
Reunidos na família de Deus, os discípulos de Jesus são agora irmãos, unidos
pelo amor. Tudo o que é barreira, divisão, inimizade, ficou definitivamente
superado.
A
comunidade cristã é uma família de irmãos, que partilham a mesma fé e a mesma
proposta de vida. É um “corpo”, formado por uma grande diversidade de membros,
onde todos se sentem unidos em Cristo e entre si numa efetiva fraternidade. As
nossas comunidades (cristãs ou religiosas) são, efetivamente, comunidades de
irmãos que se amam, para além das diferenças legítimas que há entre os membros?
Nas nossas comunidades todos os irmãos são acolhidos e amados, ou há irmãos considerados
de segunda classe, marginalizados e maltratados? Eu, pessoalmente, como é que
vejo esses irmãos na fé que caminham comigo? Perante as diferenças de
perspectiva, como é que eu reajo: com respeito pela opinião do outro, ou com
intolerância? ( do site dos Dehonianos)
sábado, 14 de julho de 2018
O Senhor nos encolhe nos envia!
A liturgia deste Domingo nos recorda que Deus atua no mundo através dos homens e
mulheres que Ele chama e envia como testemunhas do seu projeto de salvação.
Esses “enviados” devem ter como grande prioridade a fidelidade ao projeto de
Deus e não a defesa dos seus próprios interesses ou privilégios.
A primeira leitura apresenta-nos o exemplo do profeta Amós.
Escolhido, chamado e enviado por Deus, o profeta vive para propor aos homens –
com verdade e coerência – os projetos e os sonhos de Deus para o mundo. Atuando
com total liberdade, o profeta não se deixa manipular pelos poderosos nem
amordaçar pelos seus próprios interesses pessoais.
A segunda leitura garante-nos que Deus tem um projeto de
vida plena, verdadeira e total para cada homem e para cada mulher – um projeto
que desde sempre esteve na mente do próprio Deus. Esse projeto, apresentado aos
homens através de Jesus Cristo, exige de cada um de nós uma resposta decidida,
total e sem subterfúgios.
No Evangelho, Jesus envia os discípulos em missão. Essa
missão – que está no prolongamento da própria missão de Jesus – consiste em anunciar
o Reino e em lutar objetivamente contra tudo aquilo que escraviza o homem e que
o impede de ser feliz. Antes da partida dos discípulos, Jesus dá-lhes algumas
instruções acerca da forma de realizar a missão… Convida-os especialmente à
pobreza, à simplicidade, ao despojamento dos bens materiais.
sábado, 9 de junho de 2018
Sagrado Coração de Maria passa a ter devotos em resposta ao sofrimento de Maria aos pés da Cruz de Jesus. Acontecimento este que já tinha sido profetizado pelo velho Simeão no templo, dizendo que o Coração de Maria seria, transpassado pela espada. Outra origem dessa devoção está no Evangelho de São Lucas que diz: Maria guardava todas as palavras de Jesus, em seu Coração. A vida interior de Nossa Senhora, suas alegrias e tristezas, virtudes e perfeições ocultas são ao mesmo tempo modelo de vida cristã e fonte de alegria.Devoção ao Sagrado Coração de Maria Esta devoção é tão antiga quanto a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Os dois Corações são inseparáveis. Onde está um, ai esta o outro. Maria é a Mãe, Co-Redentora da humanidade.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Como vivemos a Eucaristia?
Como vivemos
a Eucaristia? Quando vamos à Missa aos domingos, como a vivemos? É apenas um
momento de festa, uma tradição consolidada, uma ocasião para nos encontrarmos,
para estarmos à vontade, ou então é algo mais?
Existem
sinais muito concretos para compreender como vivemos tudo isto, como vivemos a
Eucaristia; sinais que nos dizem se vivemos bem a Eucaristia, ou se não a
vivemos muito bem. O primeiro indício é o nosso modo de ver e considerar os
outros. Na Eucaristia Cristo oferece sempre de novo o dom de si que já concedeu
na Cruz. Toda a sua vida é um gesto de partilha total de si mesmo por amor; por
isso, Ele gostava de estar com os discípulos e com as pessoas que tinha a
oportunidade de conhecer. Para Ele, isto significava partilhar os seus desejos,
os seus problemas, aquilo que agitava as suas almas e vidas. Pois bem, quando
participamos na Santa Missa encontramo-nos com homens e mulheres de todos os
tipos: jovens, idosos e crianças; pobres e abastados; naturais do lugar e
estrangeiros; acompanhados pelos familiares e pessoas sós… Mas a Eucaristia que
eu celebro leva-me a senti-los todos verdadeiramente como irmãos e irmãs? Faz
crescer em mim a capacidade de me alegrar com quantos rejubilam, de chorar com
quem chora? Impele-me a ir ao encontro dos pobres, dos enfermos e dos
marginalizados? Ajuda-me a reconhecer neles o rosto de Jesus? Todos nós vamos à
Missa porque amamos Jesus e, na Eucaristia, queremos compartilhar a sua paixão
e ressurreição. Mas amamos, como deseja Jesus, os irmãos e irmãs mais necessitados?
Um segundo
indício, muito importante, é a graça de nos sentirmos perdoados e prontos para
perdoar. Por vezes, alguém pergunta: «Por que deveríamos ir à igreja, visto que
quem participa habitualmente na Santa Missa é pecador como os outros?». Quantas
vezes ouvimos isto! Na realidade, quem celebra a Eucaristia não o faz porque se
considera ou quer parecer melhor do que os outros, mas precisamente porque se
reconhece sempre necessitado de ser acolhido e regenerado pela misericórdia de
Deus, que se fez carne em Jesus Cristo. Se não nos sentirmos necessitados da
misericórdia de Deus, se não nos sentirmos pecadores, melhor seria não irmos à
Missa! Nós vamos à Missa porque somos pecadores e queremos receber o perdão de
Deus, participar na redenção de Jesus e no seu perdão. Aquele «Confesso» que
recitamos no início não é um «pro forma», mas um verdadeiro ato de penitência!
Sou pecador e confesso-o: assim começa a Missa! Nunca devemos esquecer que a
Última Ceia de Jesus teve lugar «na noite em que Ele foi entregue» (1 Cor 11,
23). Naquele pão e naquele vinho que oferecemos, e ao redor dos quais nos
congregamos, renova-se de cada vez a dádiva do corpo e do sangue de Cristo,
para a remissão dos nossos pecados. Temos que ir à Missa como pecadores,
humildemente, e é o Senhor que nos reconcilia.
É preciso ter
sempre presente que a Eucaristia não é algo que nós fazemos; não é uma nossa
comemoração daquilo que Jesus disse e fez. Não! É precisamente uma ação de
Cristo! Ali, é Cristo quem age, Cristo sobre o altar! É um dom de Cristo, que
se torna presente e nos reúne ao redor de Si, para nos alimentar com a sua
Palavra e a sua vida. Isto significa que a própria missão e identidade da
Igreja derivam dali, da Eucaristia, e ali sempre adquirem forma. Uma celebração
pode até ser impecável sob o ponto de vista exterior, maravilhosa, mas se não
nos levar ao encontro com Jesus corre o risco de não oferecer alimento algum ao
nosso coração e à nossa vida. Através da Eucaristia, ao contrário, Cristo quer
entrar na nossa existência e permeá-la com a sua graça, de tal modo que em cada
comunidade cristã haja coerência entre liturgia e vida.
O coração
transborda de confiança e de esperança, pensando nas palavras de Jesus, citadas
no Evangelho: «Quem comer a minha carne e beber o meu sangue terá a vida
eterna; e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia» (Jo 6, 54). Vivamos a Eucaristia
com espírito de fé, de oração, de perdão, de penitência, de júbilo comunitário,
de solicitude pelos necessitados e pelas carências de numerosos irmãos e irmãs,
na certeza de que o Senhor cumprirá aquilo que nos prometeu: a vida eterna. Assim seja! (Da catequese de Papa Francisco)
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Temos necessidade de sermos devotos de Maria
“Como o filho precisa da mãe, assim o cristão precisa
de Maria.
Para vencer as tentações Maria é torre de defesa, é
amparo.
Para ressurgir das culpas precisamos da graça de Deus.
Maria é Mãe, Maria é exemplo, ela nos convida à virtude, à oração, à modéstia,
à obediência e à piedade”.
Pe. José Baldo
domingo, 20 de maio de 2018
Solenidade de Pentecostes
O Espírito
Santo, Dom de Deus a todos os crentes. O
Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem
Novo.
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus
ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva,
recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos
crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que
Jesus viveu até às últimas consequências.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a
caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que
faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e
comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e
culturas.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida
da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e
que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser
usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
Os “dons” que
recebemos não podem gerar conflitos e divisões, mas devem servir para o bem
comum e para reforçar a vivência comunitária. As nossas comunidades são espaços
de partilha fraterna, ou são campos de batalha onde se digladiam interesses
próprios, atitudes egoístas, tentativas de afirmação pessoal?
É preciso
ter consciência da presença do Espírito: é Ele que alimenta, que dá vida, que
anima, que distribui os dons conforme as necessidades; é Ele que conduz as
comunidades na sua marcha pela história. Ele foi distribuído a todos os crentes
e reside na totalidade da comunidade. Temos consciência da presença do Espírito
e procuramos ouvir a sua voz e perceber as suas indicações? Temos consciência
de que, pelo fato de desempenharmos esta ou aquela função, não somos as únicas
vozes autorizadas a falar em nome do Espírito?
ORAÇAO:
Bendito sejas, Deus de luz e de vida, sopro criador e fogo de amor. Nós Te louvamos pelo dom do teu Espírito, que chama todos os povos da terra a proclamar, cada um na sua língua, as maravilhas da tua bondade.
Nós Te pedimos por todos os membros do teu Povo: torna-nos receptivos às múltiplas linguagens dos nossos irmãos e confiantes no teu espírito de unidade.
ORAÇAO:
Bendito sejas, Deus de luz e de vida, sopro criador e fogo de amor. Nós Te louvamos pelo dom do teu Espírito, que chama todos os povos da terra a proclamar, cada um na sua língua, as maravilhas da tua bondade.
Nós Te pedimos por todos os membros do teu Povo: torna-nos receptivos às múltiplas linguagens dos nossos irmãos e confiantes no teu espírito de unidade.
sábado, 19 de maio de 2018
|
“Jesus Cristo
veio na terra para salvar a humanidade com a sua paixão e morte e fundou a Igreja.
A Igreja é espalhada no mundo inteiro como um rebanho
e teve como chefe Pedro ao qual Cristo deu as chaves do Reino dos céus.
O Papa guia a Igreja: é o coração da Igreja.
Somos convidados a ficarmos unidos ao Papa.
A barca onde Jesus estava era agitada pelos ventos,
mas não afundou, Jesus a segurava.
Também a Igreja é agitada, atacada, fortemente
criticada, mas não tenhamos medo: a mão
do homem é impotente quando Deus segura a sua Igreja”.
Pe. José Baldo
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a sobriedade no falar
“ Quantos
pecados cometemos com a língua!
Muitas vezes a língua é em movimento o dia todo... às
vezes sem refletir, pecamos por soberba, indiscrição, e falta de caridade.
O nosso falar deve ter um conteúdo de bem.
Maria modelo de prudência nos ajude a falar somente o
necessário”.
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a fortaleza cristã.
“Quando falamos de fortaleza cristã não queremos falar
de força dos músculos, mas da força
moral da alma.
A fortaleza cristã é para vencer os obstáculos e
combater os inimigos.
Pedimos a Maria a
fortaleza, ela que foi forte na dor e no desprezo.
Aos nossos dias querendo em nome da “ liberdade”,
temos medo de manifestar aquilo que somos, e muitas vezes fingimos gostar daquilo que o nosso coração condena, e
condenamos aquilo que o coração aprova como justo”.
Pe. José Baldo
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria a odiar o pecado
Em Maria espelho e modelo de justiça não há pecado.
O pecado é a morte da alma: o verdadeiro mal.
As doenças, a pobreza, o cativeiro, as perseguições
não são os verdadeiros males.
O pecado ofende a Deus.
Por isso Maria foi preservada do pecado.
“Ó Rainha sem pecado original, rogai por nós”.
Pe. José Baldo
terça-feira, 15 de maio de 2018
Aprendamos
de Maria o amor à pobreza.
“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino
do Céu” (Mt.5,3).
Tal Bem-Aventurança foi proclamada por Jesus e Jesus
quis ser pobre, viver pobre, morrer pobre e deu um grande valor, um valor
divino à pobreza.
O rico é aquele que é apegado com o coração às “coisas”, aos bens materiais.
“É necessário que usemos os meios que temos para
servir e honrar a Deus e ajudar o próximo”.
Pe. José Baldo
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Aprendamos de Maria o amor para com a formação religiosa
“Maria guardava no seu coração cada palavra do seu
Filho”.
( Lc.2,51)
É bom viver o Domingo como dia do Senhor.
Todo mundo tem trabalhos cansativos.
No deserto as caravanas encontram oásis, nós no
deserto da vida temos o Domingo para poder atingir água, olhar para o céu,
pensar na fragilidade da vida, experimentar a doçura de servir a Deus.
Jesus pregou o Evangelho e a fé se espalhou no mundo
inteiro. Nós precisamos escutar, aprender e anunciar esta boa notícia”.
Pe. José Baldo
domingo, 13 de maio de 2018
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